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A cidade de Ipatinga Publicado em 26/04/2018
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A cidade de Ipatinga

A palavra Ipatinga, de origem indígena, que quer dizer Pouso de Água Limpa, era o nome dado a uma pequena estação intermediária da estrada de ferro que liga Itabira (MG) a Vitória (ES), inaugurada em 1922 e instalada às margens do Rio Piracicaba. O trajeto da estrada, mudado em 1930, veio para perto do lugarejo de Ipatinga, que pertencia ao município de Antônio Dias.


O distrito de Ipatinga foi criado em 12 de dezembro de 1953, mas os moradores viviam insatisfeitos com a falta de água, luz e infraestrutura. Em 1962, a Assembleia de Minas aprovou o projeto de revisão administrativa, que criou 237 novos municípios e, dentre eles, estava Ipatinga, que teve seu termo de emancipação político-administrativa assinada em 29 de abril de 1964, desmembrando-se, então, do município de Coronel Fabriciano.


As eleições para Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores aconteceram um ano depois, em 3 de outubro de 1965. Os eleitos tomaram posse em 3 de dezembro do mesmo ano e, desde então, muito foi feito e continua sendo. Desde a instalação da Usiminas em 25 de abril de 1956, a usina é a maior fonte de geração de emprego e renda para o município.


A cidade se localiza a 217km de Belo Horizonte e é referência no Estado, abrigando a sede da Usiminas, uma das maiores siderúrgicas do mundo. Ipatinga também se destaca por seu modelo administrativo e pela qualidade de vida que oferece à população.Segundo dados do IBGE de 2017, a cidade tem 261 mil habitantes.

 


Usiminas: um sonho realizado

Do sonho dos inconfidentes ao maior complexo siderúrgico da América Latina: a cidade se desenvolve a todo vapor

 

Em outubro de 1962, entrava em operação a Usiminas, uma das maiores empresas produtoras de aço de Brasil. Localizada em Ipatinga, em uma área de 10,5 Km², na região do quadrilátero ferrífero de Minas Gerais, uma das maiores reservas de minério de ferro do mundo, a usina foi construída com projetos e equipamentos japoneses. Além do minério de ferro, a região é privilegiada em termos de suprimento de água, transporte ferroviário, rodoviário, e fica a 261 km de Belo Horizonte por via férrea e cerca de 450 km dos portos por onde seus produtos são exportados.


O presidente Juscelino Kubitscheck crava a estaca de fundação da Usiminas


A partir do acendimento do alto-forno nº1 da Usina Intendente Câmara, iniciou-se a primeira corrida de gusa.


A história da fundação da Usiminas remota à segunda metade da década de 50, quando o Brasil vivia um clima de euforia e otimismo gerado pelo Plano de Desenvolvimento do governo Kubitscheck, que se fundamentava em energia, transporte e industrialização de base. Nesse cenário, em 1956, fundava-se a Usiminas. O antigo ideal dos inconfidentes mineiros, que sonhavam com uma fábrica de ferro essencialmente para o desenvolvimento da mineração do ouro e do diamante, foi realizado por um grupo de engenheiros idealizadores, que articulou um movimento para viabilizar a implantação de uma siderúrgica em Minas, fundamental para garantir a industrialização do país.


Em 1958, foi criada uma joint venture com a participação do capital estatal em parceria com acionistas japoneses, o que permitiu uma gestão compartilhada, nos moldes da iniciativa privada. A inauguração da Usiminas foi também ao encontro do desejo e da necessidade do Japão de demonstrar a presença e a marca de sua tecnologia o mundo ocidental. Ainda em 1958, o Presidente Juscelino Kubitscheck cravava a estaca inicial da usina em Ipatinga e, no ano seguinte, foram iniciadas as obras de construção da base do altos-fornos nº 1 e nº 2 e da coqueria.


Em abril de 1960, chegaram os primeiros equipamentos japoneses para a usina e, no ano seguinte, começou a montagem dos altos-fornos. A inauguração solene foi em outubro de 1962, pelo Presidente João Goulart, com o acendimento do primeiro alto-forno da Usiminas. O velho sonho siderúrgico se transformou em realidade.


A partir da primeira corrida de gusa em 62, foram colocadas sucessivamente em funcionamento as novas etapas da usina, com capacidade instalada de 500 mil toneladas.

 


Privatização

No início dos anos 90, havia uma tendência mundial de liberação da economia, e as nações do primeiro mundo já haviam iniciado as privatizações de suas empresas. No Brasil, estudos da época mostravam que o atrelamento à pesada máquina do Estado trazia, como consequência, custos mais altos, uso menos eficientes das tecnologias, força do trabalho superdimensionada e a inevitável influência política sobre as decisões, que, no âmbito da empresa, deviam estar baseadas em termos estratégicos.


Usiminas emprega milhares de trabalhadores e é o principal motor econômico da região 


A privatização, um marco na história da Usiminas, foi em outubro de 1991 e representou o início de uma nova etapa do desenvolvimento da empresa. A Usiminas cumpriu o seu plano de metas programado para nova fase da empresa, que envolveram investimentos da ordem de US$ 2,1 bilhões, em uma década, o maior volume já realizado por uma siderúrgica brasileira.


Os investimentos realizados após a privatização na Usiminas e na Cosipa somam US$ 3,1 bilhões, aplicados em otimização da produção, melhoria de qualidade, atualização tecnológica e proteção ambiental.


Além de ser um dos líderes na oferta de produtos ao mercado nacional e em todos os segmentos, o sistema Usiminas tem também uma participação expressiva no mercado externo e é destaque entre os maiores grupos siderúrgicos mundiais.


Atualmente, a Usiminas vem se recuperando de uma forte crise que se iniciou em 2008 e a produção de aço está aquém da capacidade total da empresa, cerca de 10 milhões de toneladas/ano. A siderúrgica recentemente reativou o Alto Forno 1, uma demonstração de confiança em relação ao futuro.

 


Outros Setores

 

Além da Usiminas, a economia ipatinguense   é movimentada por um comércio intenso, que ganhou novo impulso com a construção do Shopping Center, um moderno centro de compras e entretenimento. O setor de prestação de serviço cresce a olhos vistos e inúmeras iniciativas empresariais e de negócios acontecem diariamente, ampliando as perspectivas de geração de emprego e renda em áreas como turismo, saúde e educação.


A cidade possui uma variedade de faculdades e universidades que oferecem cursos em praticamente todas as áreas das ciências, o que a coloca na condição de um dos maiores polos de ensino do interior de mineiro.

 

 

Fatos que Marcaram Época


A conquista do Legislativo pelas mulheres, os primeiros suplentes empossados e os vereadores que mais vezes se elegeram; alguns fatos que ficaram para a história

 

Apenas sete mulheres exerceram mandatos na Câmara Municipal de Ipatinga até a atual legislatura.  A primeira vereadora eleita em Ipatinga foi Maria de Lourdes BittencourtVasconcelos, que atuou na legislatura de 1º de fevereiro de 1973 a 31 de janeiro de 1977. A segunda foi Therezinha Ferrer Fernandes, vereadora de 1º de fevereiro de 1977 a 31 de janeiro de 1981. Elma Lopes de Oliveira, Rosângela de Oliveira Reis, Maria do Amparo Araújo e as atuais vereadoras Márcia Perozini Castro, Rita de Cássia Carvalho e Lene Teixeira Gonçalves completam a lista.


Com um projeto arquitetônico arrojado, a atual sede da Câmara oferece mais conforto aos vereadores, servidores públicos e à população 


O primeiro suplente a ser empossado na Câmara foi Raimundo Bento Barbosa, em 11 de abril de 1966, na vaga deixada por Elias Correia de Oliveira. Posteriormente, Bento Barbosa seria eleito para o mandato iniciada em 1º de fevereiro de 1971, mas, naquele mesmo ano, pediu licença e seria substituído pelo suplente Helvécio Thomaz Martins.


Arcanjo Evangelista Pascoal, Dário Teixeira de Carvalho, Lene Teixeira Gonçalves e Nardyello Rocha de Oliveira, com quatro mandatos cada, Adelson Fernandes da Silva e Sebastião Ferreira Guedes, com cinco mandatos cada, e Nilton Manoel, com sete, são os vereadores que mais vezes foram eleitos para a Câmara de Ipatinga.


Até hoje, dos 32 vereadores que exerceram a presidência da Câmara de Ipatinga, apenas Marco Aurélio de Senna, Francisco Bouzada, Maurinho Zanoni, Nilton Manoel e Nardyello Rocha conseguiram manter o cargo de vereador na eleição seguinte.




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